
Passou por alguns colegas cumprimentando com um pequeno movimento de cabeça até entrar em sua sala.... Sorriu ao ver um documento em cima da mesa... Tinha chegado em um patamar muito alto na polícia pela sua competência em finalizar investigações, sua postura incisiva intimidava os colegas, acabou por fazer um sistema de liberações de ordens judiciais que agilizavam seus serviços... Mas essa investigação tinha um caráter intimamente pessoal...
Pegou um dos celulares... digitou a mensagem: “Suspende a medicação, já tá liberado!” e enviou para o único número na agenda...
Ligou o computador, e começou a digitar quando veio uma lembrança...
- Você tem medo Jota? Logo você? Você tá envolvido nessa merda não é? - Disparou mais alto no rosto dele.
- Calma! – Voltou a seriedade – Você não sabe o que está falando...
- Posso não saber agora, mas vou descobrir! - Agora apontando o dedo...
- Embora você não acredite... eu me importo ainda com você! Podemos não estar juntos mas...”
O pensamento foi cortado com o grito feminino que vinha de fora:
- SÓ SAIO COM MINHA IRMÃ!
- Tá certo! Entregue isso aos carniceiros da imprensa e depois me encontre no cemitério! - "Primeiro o assessor, depois o chefe!"... pensou expressando um olhar de vingança...
Bel. Jorge José Jimenez
Supervisor de Investigação – 1ª CP
9 comentários:
Showzaço!
boa sacada!
Esquentou bastante a trama agora!! muito bom!
agora otavio leva os desconhecidos adiante
Jota deveria ser policial militar hauhauahuahua
Jota né o culpado..
Que demoooooraaaa!!!!
O leitor fica ansioso!!!!
Aos ansiosos leitores e escritores, Otávio emergirá muito em breve!
Muito em breve mesmo, pois me incluo na categoria escritor ansioso.
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